CÂMARA DEBATE PROPOSTAS NAS ÁREAS DE SAÚDE E TRÂNSITO

03 de março de 2016

A Câmara Municipal de Itanhaém aprovou cinco requerimentos, na 39ª sessão ordinária, realizada na segunda-feira (10). Dois assuntos dominaram os debates – saúde e trânsito. Nesta sessão foram apresentadas 49 indicações ao Executivo Municipal, relativas à infraestrutura e serviços para os bairros.  Em regime de urgência, os vereadores aprovaram o Projeto de Lei 10/14, encaminhado pelo Executivo, autorizando a abertura de crédito adicional no valor de R$ 700 mil.

Os vereadores aprovaram um requerimento solicitando informações sobre a implantação de uma unidade do Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN) em substituição à atual estrutura da Circunscrição Regional de Trânsito (CIRETRAN), na qual estão lotados policiais civis.  O governador Geraldo Alckmin transformou o DETRAN em autarquia. Assim, o órgão não está mais ligado à Secretaria e Segurança Pública e sim à Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Regional. A meta é implantar um serviço com estrutura similar ao Poupatempo, com mais organização e menos burocracia.

O Legislativo também confirmou requerimento buscando informações sobre medidas para melhorar o trânsito na região do Jardim Belas Artes. Mesmo fora da temporada, existe um fluxo intenso de veículos, principalmente na Avenida Harry Forssell. Como, próximo ao trevo da CESP, funcionará à Unidade de Pronto Atendimento (UPA), os vereadores solicitam ao Executivo a implantação de rotas alternativas para melhorar a fluidez do tráfego.

Outro assunto muito discutido foi o serviço de urgência e emergência de Itanhaém.  A Câmara aprovou requerimento solicitando ao Executivo Municipal que informe sobre a possibilidade de implantar o Pronto Socorro Infantil em Itanhaém e uma Moção de Apelo ao governador Geraldo Alckmin pedindo a instalação de uma unidade de pronto atendimento no Hospital Regional de Itanhaém, que está sendo ampliado.

Quanto ao Pronto Socorro Infantil, a bancada governista fez ressalvas quanto ao custeio da unidade. O grupo ponderou que o problema não é implantar a estrutura física, mas assegurar os recursos necessários para as despesas com recursos humanos, equipamentos e materiais, levando em conta que a unidade poderá receber pacientes de cidades vizinhas, o que elevará as despesas do Município sem a contrapartida das prefeituras da região.